Ponho o computador de lado, olho o raio que tem de sol aqinda na cidade
sento-me de canto pra nao ocupar todo o quarto
olho cama quebrada
percebo a louca suja
vejo minhas roupas a lavar
olha a data de partida
a data de chegada
o tempo continuando a passar
os franceses e sua lingua
ouco so mais uma musica
minha mala ja esta pronta
ja almocei essa tarde
lembro-me de alguma promessa nao cumprida
tenho medo de sp
da quentura
dos amores
da familia
da sujeira
dos perigos
e morro de saudades
sair um pouco desse encanto do desconhecido
voltar a ser de casa
talve nao
talvez nuca mais se rd ealgum lugar!
pouco importa
mas e preciso voltar pra entender onde fui parar!
nao aprar!
sábado, 19 de janeiro de 2008
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